
O time treinado por Ênio Andrade reunia habilidade e força. Experiência e juventude. Na ponta direita, estava Valdomiro, perto de completar 34 anos, que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 74. Na zaga, despontava o jovem Mauro Galvão, 18 anos completados quatro dias antes da decisão. E sobrava técnica nos pés de Falcão, Batista, Mário Sérgio e Jair, que três anos depois lideraria o Peñarol (Uruguai) ao título da Taça Libertadores de 82.
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